Resumo:
Mais do que um prefácio, este texto é um/a manifesta/o coletiva/o.
Escrito por várias mãos, ele também é polifônico. Somos muitas/os/es.
Visíveis e invisíveis. Uma multitude LGBTQI+ que atravessa esses brasis de
forma plural. Em movimento sempre, as identidades só nos interessam
enquanto ferramenta política. Este texto foi escrito em um tempo
pandêmico. Tomados pela pandemia do SARS-coV-2, sabemos muito bem
quais os corpos que não resistiram e que não tiveram acesso ao privilégio
da quarentena e dos cuidados necessários para prevenir a contaminação.
O vírus pode atingir todas/os/es, mas a distribuição das vulnerabilidades
é desigual. A comunidade LGBTQI+, de diferentes formas, foi severamente
atingida pela pandemia que fez ver e dizer as assimetrias e brutalidades que
perpassam nossos cotidianos.