Resumo:
Sabe-se que Alimento ultraprocessados são formulações industriais, que contêm pouco ou
nenhum alimento inteiro em sua composição e que são adicionadas aditivos que modificam os atributos
sensoriais do produto final. As crianças que consomem excessivamente esses alimentos, se expõe a ter
problemas de saúde a longo prazo. Diante disso, esse trabalho teve como objetivo, verificar na literatura
como se dá a oferta desses alimentos à crianças menores de 2 anos a fim de evidenciar e alertar sobre
esse costume entre os pais das crianças e aos profissionais em relação à abordagem utilizada quando se
trata desse assunto. A metodologia aplicada foi a revisão integrativa de literatura nas bases de dados:
Scielo e BVS, onde foram utilizados os descritores “alimentação saudável”, “crianças menores de 2
anos”, “alimentos ultraprocessados”. Os artigos encontrados foram delimitados a partir de critérios de
inclusão sendo artigos originais, publicado nos últimos 5 anos, em crianças menores de 2 anos de ambos
sexos. Foram selecionados 4 artigos, todos demonstraram haver consumo de AUP pelas crianças. O
valor em percentual das crianças que receberam esses alimentos variou de 56,5% a 87,4%. Os principais
motivos pelas quais as crianças consomem AUP, se associaram aos pais de menor renda familiar, menor
tempo livre para acompanhar os filhos, menor escolaridade, idade mais avançada e maior tempo de
tela. A literatura mostra que os resultados encontrados no presente estudo sugere que o consumo desses
alimentos podem prejudiciais trazendo sérios riscos à saúde.
Descrição:
A alimentação saudável constitue-se em requisitos básicos para promover e desenvolver a saúde
dos seres humanos, possibilitando contribuir no avanço potencial da qualidade de vida. Uma
alimentação inadequada pode levar a carências nutricionais, comprometendo o crescimento e o
desenvolvimento da criança, principalmente na infância (INOUE et al., 2015).