Resumo:
A ansiedade é considerada um dos sentimentos relevantes que interferem em diversos aspectos
vivenciados por todos e pode ser entendida como parte do complexo nicho de emoções que
compõe o ser humano. Na visão psicopatológica comum, o homem é entendido como um ser
fragmentado, em que a ansiedade é vista como um sintoma de um desequilíbrio ou disfunção
interna. A abordagem psicopatológica tende a focar na identificação e tratamento de causas e
sintomas específicos, utilizando principalmente intervenções medicamentosas ou técnicas de
terapia cognitivo-comportamental para reduzir a ansiedade. Por outro lado, a Gestalt-terapia
adota uma visão holística do homem, considerando-o como um ser integrado em sua totalidade.
Nessa abordagem, a ansiedade é compreendida como um fenômeno natural que surge quando
o individuo não está plenamente presente no momento atual e não consegue satisfazer suas
necessidades emocionais. Os terapeutas da Gestalt trabalham para ajudar os pacientes a explorar
seus sentimentos e emoções em um ambiente seguro e não julgador, sem conceitos formados
previamente. Através da análise de artigos indexados nas plataformas SciELO, Portal de
Periódico CAPES e Google Acadêmico, este trabalho traz um breve relato acerca da ansiedade
como psicopatologia, a visão tradicional e fenomenológica do homem, e a perspectiva
fenomenológica-existencial para entender como se faz presente, o que a causa naquele
momento de vida do sujeito e quando ela deixa ser apenas parte de um sistema de
funcionamento e se torna um transtorno, evidenciando a importância da experiência dentro
realidade de cada indivíduo, ressaltando a forma de perceber e processar os fenômenos no
campo vivencial de cada sujeito e dentro de suas relações, contudo, foi possível identificar as
principais características da ansiedade, expandindo o conceito de saúde e doença, trazendo os
seus principais aspectos e como a Gestalt-terapia lida e a trata. Dentre seus princípios estão
conceitos como “aqui-agora”, “awareness” e “figura-fundo” que conflitam e explicam o estado
ansioso.
Descrição:
A ansiedade é considerada um dos sentimentos relevantes que interferem em diversos aspectos
vivenciados por todos e pode ser entendida como parte do complexo nicho de emoções que
compõe o ser humano. Na visão psicopatológica comum, o homem é entendido como um ser
fragmentado, em que a ansiedade é vista como um sintoma de um desequilíbrio ou disfunção
interna. A abordagem psicopatológica tende a focar na identificação e tratamento de causas e
sintomas específicos, utilizando principalmente intervenções medicamentosas ou técnicas de
terapia cognitivo-comportamental para reduzir a ansiedade. Por outro lado, a Gestalt-terapia
adota uma visão holística do homem, considerando-o como um ser integrado em sua totalidade.
Nessa abordagem, a ansiedade é compreendida como um fenômeno natural que surge quando
o individuo não está plenamente presente no momento atual e não consegue satisfazer suas
necessidades emocionais. Os terapeutas da Gestalt trabalham para ajudar os pacientes a explorar
seus sentimentos e emoções em um ambiente seguro e não julgador, sem conceitos formados
previamente. Através da análise de artigos indexados nas plataformas SciELO, Portal de
Periódico CAPES e Google Acadêmico, este trabalho traz um breve relato acerca da ansiedade
como psicopatologia, a visão tradicional e fenomenológica do homem, e a perspectiva
fenomenológica-existencial para entender como se faz presente, o que a causa naquele
momento de vida do sujeito e quando ela deixa ser apenas parte de um sistema de
funcionamento e se torna um transtorno, evidenciando a importância da experiência dentro
realidade de cada indivíduo, ressaltando a forma de perceber e processar os fenômenos no
campo vivencial de cada sujeito e dentro de suas relações, contudo, foi possível identificar as
principais características da ansiedade, expandindo o conceito de saúde e doença, trazendo os
seus principais aspectos e como a Gestalt-terapia lida e a trata. Dentre seus princípios estão
conceitos como “aqui-agora”, “awareness” e “figura-fundo” que conflitam e explicam o estado
ansioso.