Resumo:
A pesquisa em questão trata-se de estudo experimental, no qual tem por objetivo
identificar/analisar o sedentarismo no quadro de docentes da Faculdade Metropolitana de
Anápolis (FAMA), compreendendo os factuais motivos da não adesão, pelos docentes, a prática
de exercício físico. A abordagem metodologia aplicada foi a quali-quantitativa, o próprio
objeto de pesquisa demostrou a necessidade da utilização da abordagem aplicada. A pergunta
problema que surgiu na pesquisa foi a seguinte: O trabalho realizado pelos docentes, as vezes
em mais de uma instituição, tem influenciado a não-adesão a prática de exercício físico?
Partindo de tal questionamento externou-se as seguintes hipóteses: O comprometimento e a
falta de tempo têm provocado a não-adesão dos docentes a prática de exercício físico. Os
docentes não praticam exercício físico por escolhas pessoais. Os docentes praticam exercícios
físicos e tentam cuidar da sua aptidão física. Para coleta de dados, foi criado um questionário
com questões de múltipla escolha e dissertativas, na qual foi enviado aos professores da
instituição pelo Google Forms. Ao final deste estudo será possível identificar a quantidade de
professores que não praticam nenhum tipo de atividade física, os que praticam algum tipo de
atividade física e as doenças crônicas que os professores já possuem em decorrência do
sedentarismo. Os vieses supracitados corroboram para que a faculdade crie programas de
incentivo à prática de atividade física e possam assim diminuir o sedentarismo institucional em
decorrência dos resultados encontrados e a prevenção de futuras doenças crônicas.
Descrição:
Inúmeros trabalhos científicos publicados apontam que o sedentarismo é considerado
como o mal do século, sendo apresentado como um dos grandes problemas da saúde pública
mundial. Segundo o IBGE a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, 40,3% dos adultos são
considerados sedentários, ou seja, são classificados como insuficientes ativos ou sedentários.
A inatividade física ou o comportamento sedentário é caracteriza pelo pouco movimento
corporal e o mínimo de gasto energético, segundo a OMS (2020). Movimentar-se pouco ou
quase nada aumenta a incidência e a severidade de inúmeras doenças crônicas que tendem a
prejudicar a saúde e ocasionar a morte (GUALANO, TINUCCI, 2011).