Resumo:
A epilepsia é um transtorno neurológico mais comum em cães, a preponderância é estimada
em 0,5% a 5,7% e ela ocorre devido a uma atividade elétrica anormal no cérebro.
Normalmente, as células cerebrais, chamadas neurônios, comunicam-se por meio de sinais
elétricos controlados e coordenados. Na epilepsia, essa atividade elétrica pode ficar
desorganizada, resultando em surtos de descargas elétricas excessivas e sincronizadas. Novas
drogas antiepiléticas vêm sendo estudadas para o uso em cães, porém o fenobarbital e o
brometo de potássio continuam sendo opções para o tratamento, quando uma crise não é bem
controlada o animal requer um prognóstico emergencial para resolver o status epilepticus. A
epilepsia em cães é uma condição neurológica crônica que causa convulsões recorrentes.
Embora a sua causa não seja completamente compreendida, existem tratamentos eficazes
disponíveis para ajudar a controlar as convulsões. É fundamental procurar a orientação de um
veterinário para diagnosticar e tratar adequadamente a epilepsia canina.
Descrição:
A epilepsia é o desalinho neurológico mais comum em cães(VOLK, 2015), e alcança
boa parte da população nessa espécie, apesar de existir vários medicamentos para tratamento
das crises epiléticas, os efeitos colaterais nos pacientes tem causado muito sofrimento
(MCGRATH ET AL, 2019), além disso a expectativa de vida tem sido cada vez menor, por
existir diversos riscos associados a epilepsia, como morte súbita em uma crise (ROSENBERG
ET, 2015). Por esse motivo é importante que esses pacientes tenham um acesso a terapias que
tragam bons resultados. A epilepsia em cães é uma condição neurológica que causa
convulsões recorrentes. Ela pode ser causada por diferentes fatores, como predisposição
genética, lesões cerebrais ou doenças subjacentes. As convulsões podem variar em
intensidade e duração, e os sintomas podem incluir movimentos descontrolados, salivação
excessiva, e perda da consciência.