Resumo:
A edição genética vem revolucionando o campo da engenharia genética e trazendo
novas perspectivas para a ciência. Após testes mal sucedidos a terapia gênica precisou passar
por um hiato onde ocorreu a suspensão de seus ensaios clínicos crescendo assim o ceticismo
ético relacionado aos procedimentos e seus riscos oferecidos ao paciente. A geneterapia
retornou lentamente, construindo técnicas mais aprimoradas, estudos revistos e novas
perspectivas além de novas técnicas. O objetivo deste trabalho foi avaliar expansão de artigos
científicos publicados com o tema terapia genética entre os anos de 2000 a 2020, assim como
fazer uma revisão bibliográfica sobre o tema evidenciando quais são os tratamentos. Foi
baseado em pesquisas, artigos e livros publicados por estudiosos da área, possibilitando realizar
uma análise histórica e acompanhar as evoluções dos ensaios através de uma investigação qualiquantitativa.
Descrição:
As descobertas sobre o DNA se iniciaram desde a época de Gregor Mendel (1822-1884)
e sua descoberta da hereditariedade, um tempo depois ocorreu a descoberta do DNA em 1953,
neste período surgiram hipóteses de que seria possível tratar alterações genéticas por meio da
modificação da nucleína. A ideia era utilizar dessa inovação para desenvolver tratamentos
duradouros para doenças hereditárias (Dunbar, 2018). A geneterapia consiste na introdução de
um gene sadio, com o auxílio de um vetor transportador, sendo ele bacteriano ou virótico. As
duas técnicas mais utilizadas são: ex vivo e in vivo.