| dc.contributor.advisor |
MAIA, GISLENE |
|
| dc.contributor.author |
CAVALCANTE, LILIAN |
|
| dc.date.accessioned |
2023-11-16T19:19:03Z |
|
| dc.date.available |
2023-11-16T19:19:03Z |
|
| dc.date.issued |
2023-11-16 |
|
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/249 |
|
| dc.description |
O Autismo é uma síndrome que acarreta o comprometimento do desenvolvimento na primeira infância, estendendo-se pelos demais períodos evolutivos. O transtorno autista pode ocorrer em famílias de qualquer nível socioeconômico, intelectual, ocupacional, racial, étnico ou religioso. A Síndrome acarreta disfunções na linguagem, interação social e no comportamento, podendo apresentar 3 graus de comprometimento de acordo com o grau de funcionalidade e dependência de suporte do indivíduo com TEA: grau 1, é mais funcional e exige pouco apoio, e, no grau 3, é mais dependente e precisa de um suporte substancial. Entre as causas do TEA podem estar inclusos fatores genéticos, ambientais, danos cerebrais do feto em desenvolvimento durante a gestação, medicamentos potencialmente tóxicos, uso de drogas, entre outros fatores, que possivelmente podem provocar modificações nas estruturas cerebrais ocasionando o autismo. Receber o diagnóstico do TEA traz uma série de mudanças nos planos, sonhos e rotina familiar.
Nessa pesquisa evidenciou-se que pais de crianças com autismo tendem a apresentar quadros de depressão, isolamento social e problemas de relacionamento conjugal. Uma vez que a partir da nova condição imposta pelo diagnóstico da criança autista, a dinâmica familiar sofre modificações que vão desde aspectos financeiros até aqueles relacionados à qualidade de vida física, psíquica e social dos cuidadores diretos. Os pais vão viver o luto pela perda do filho ideal, para que possam perceber as reais capacidades e potencialidades de sua criança. Buscouse nessa revisão bibliográfica avaliar o sofrimento familiar diante do diagnóstico de TEA na família e conscientizar que por mais intenso e difícil que possa ser o impacto inicial da notícia, faz-se de extrema importância, entender que receber o diagnóstico, marca o início da jornada dessa família, que muitas vezes enfrenta dificuldade de aceitação dessa nova realidade. É fundamental investir energias no sentido de entender que será necessário um processo de adaptação diante de uma condição crônica, um novo olhar para o respeito às diferenças, um novo amor para com o filho real com dificuldades e demandas, que quanto mais rápido forem atendidas, mais oportunidades de desenvolvimento poderão propiciar a essa criança. Percebe-se a relevância de pesquisas adicionais no âmbito de avaliar a qualidade de vida, os aspectos
psicossociais e o bem-estar das famílias de crianças com autismo, para que seja considerada a importância sobre os cuidadores com relação à aceitação do diagnóstico, adaptação, gestão do cuidado e autogestão de estresse. O autismo não pode ser curado com inserção de tratamentos precoces, mas a qualidade de vida pode ser melhorada na medida em que a adaptação, habilidades de enfrentamento e funcionamento familiar são facilitados. O acompanhamento psicológico dos pais de crianças autistas pode auxiliar essa família. Sabe-se que o apoio psicológico é importante para o acolhimento desses pais, mas a busca e a indicação por esse serviço nem sempre é efetivada, tornando-se fundamental que se façam mais investimentos no sentido de compreender e acolher essas famílias diante do diagnóstico de TEA, entendendo que é um diagnóstico crônico, que ainda precisa ser mais explorado e desmistificado. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O Autismo é uma síndrome que acarreta o comprometimento do desenvolvimento na primeira infância, estendendo-se pelos demais períodos evolutivos. O transtorno autista pode ocorrer em famílias de qualquer nível socioeconômico, intelectual, ocupacional, racial, étnico ou religioso. A Síndrome acarreta disfunções na linguagem, interação social e no comportamento, podendo apresentar 3 graus de comprometimento de acordo com o grau de funcionalidade e dependência de suporte do indivíduo com TEA: grau 1, é mais funcional e exige pouco apoio, e, no grau 3, é mais dependente e precisa de um suporte substancial. Entre as causas do TEA podem estar inclusos fatores genéticos, ambientais, danos cerebrais do feto em desenvolvimento durante a gestação, medicamentos potencialmente tóxicos, uso de drogas, entre outros fatores, que possivelmente podem provocar modificações nas estruturas cerebrais ocasionando o autismo. Receber o diagnóstico do TEA traz uma série de mudanças nos planos, sonhos e rotina familiar.
Nessa pesquisa evidenciou-se que pais de crianças com autismo tendem a apresentar quadros de depressão, isolamento social e problemas de relacionamento conjugal. Uma vez que a partir da nova condição imposta pelo diagnóstico da criança autista, a dinâmica familiar sofre modificações que vão desde aspectos financeiros até aqueles relacionados à qualidade de vida física, psíquica e social dos cuidadores diretos. Os pais vão viver o luto pela perda do filho ideal, para que possam perceber as reais capacidades e potencialidades de sua criança. Buscouse nessa revisão bibliográfica avaliar o sofrimento familiar diante do diagnóstico de TEA na família e conscientizar que por mais intenso e difícil que possa ser o impacto inicial da notícia, faz-se de extrema importância, entender que receber o diagnóstico, marca o início da jornada dessa família, que muitas vezes enfrenta dificuldade de aceitação dessa nova realidade. É fundamental investir energias no sentido de entender que será necessário um processo de adaptação diante de uma condição crônica, um novo olhar para o respeito às diferenças, um novo amor para com o filho real com dificuldades e demandas, que quanto mais rápido forem atendidas, mais oportunidades de desenvolvimento poderão propiciar a essa criança. Percebe-se a relevância de pesquisas adicionais no âmbito de avaliar a qualidade de vida, os aspectos
psicossociais e o bem-estar das famílias de crianças com autismo, para que seja considerada a importância sobre os cuidadores com relação à aceitação do diagnóstico, adaptação, gestão do cuidado e autogestão de estresse. O autismo não pode ser curado com inserção de tratamentos precoces, mas a qualidade de vida pode ser melhorada na medida em que a adaptação, habilidades de enfrentamento e funcionamento familiar são facilitados. O acompanhamento psicológico dos pais de crianças autistas pode auxiliar essa família. Sabe-se que o apoio psicológico é importante para o acolhimento desses pais, mas a busca e a indicação por esse serviço nem sempre é efetivada, tornando-se fundamental que se façam mais investimentos no sentido de compreender e acolher essas famílias diante do diagnóstico de TEA, entendendo que é um diagnóstico crônico, que ainda precisa ser mais explorado e desmistificado. |
pt_BR |
| dc.subject |
Autismo. Família. Idealização. Intervenção. Luto. |
pt_BR |
| dc.title |
VIVENCIANDO O LUTO DO FILHO IDEALIZADO E ENFRENTANDO A LUTA: O IMPACTO DO DIAGNÓSTICO NA FAMÍLIA DAS CRIANÇAS COM AUTISMO E A RELEVÂNCIA DA COMPREENSÃO DO DIAGNÓSTICO E INÍCIO DAS INTERVENÇÕES PRECOCES. |
pt_BR |
| dc.type |
Article |
pt_BR |
| dc.institution.name |
Instituto Metropolitano de Educação e Cultura LTDA |
pt_BR |
| dc.institution.initials |
F.A.M.A. - Faculdade Metropolitana Anápolis |
pt_BR |
| dc.course.name |
PSICOLOGIA |
pt_BR |
| dc.country |
BRASIL |
pt_BR |
| dc.document |
PDF |
pt_BR |