Resumo:
O século XXI foi marcado pela pandemia do COVID-19 que provocou implicações
em todas as instâncias da vida humana, inclusive no fenômeno do sedentarismo na
população brasileira. Esta pesquisa tem como objeto o sedentarismo na pandemia
do COVID-19, que busca problematizar a importância do exercício físico a partir
deste contexto. No trato deste objeto de pesquisa, esta investigação tem a seguinte
problemática: como a pandemia do COVID-19 implica no fenômeno do sedentarismo
entre os acadêmicos? Para o desenvolvimento deste problema, destacam-se os
seguintes objetivos: Compreender as implicações do contexto da pandemia do
COVID-19 para o aumento do sedentarismo. Identificar as características da
pandemia COVID-19 que influenciaram para o aumento do sedentarismo. Analisar o
sedentarismo no contexto social da pandemia do COVID-19 em acadêmicos com a
faixa etária de 18 até 30 anos de idade. Trata-se de uma pesquisa empírica,
epidemiológica, analítica transversal de base qualitativa que utilizou-se como
ferramenta um questionário aplicado a acadêmicos de uma instituição do ensino
superior em Anápolis/GO. Nas conclusões ressalta-se a importância do exercício
físico regular durante e pós-pandemia. Um contexto social que retardou a melhoria
do condicionamento físico dos acadêmicos agravando o sedentarismo entre estes
sujeitos, mas também promoveu maléficos ao levar a necessidade destes sujeitos
duplicarem o cuidado e a atenção por meio de reflexões sobre a sua própria saúde
através da prática do exercício físico regular.
Descrição:
O sedentarismo como a inatividade de atividades físicas realizada de
maneiras periódicas e programada, pode ocasionar sérios riscos para saúde e bemestar dos indivíduos como doenças cardiovasculares, mentais, obesidade, fraqueza
muscular, falta de mobilidade articular e desiquilíbrio emocional. De acordo com
Mielke (2012, p.14), “[...] é fundamental destacar que a inatividade física e o
comportamento sedentário são conceitos correlacionados. Indivíduos são
considerados fisicamente inativos quando não atingem as recomendações atuais de
atividade física”.