Resumo:
No início do ano de 2020, a humanidade foi surpreendida por um vírus devastador
que trouxe pânico à sociedade e inquietação ao mundo cientifico, que buscou incansavelmente
vacinas ou mesmo medicamentos que trouxessem a cura de tal vírus para a população.
Entretanto, muitos fármacos já conhecidos e indicados para o tratamento de outras doenças
foram reposicionados para o combate da COVID-19, mesmo sem qualquer comprovação
científica. Diante de tal cenário, propôs-se analisar a eficácia e a segurança das abordagens
farmacoterapêuticas empíricas empregadas no tratamento da COVID-19. A metodologia
utilizada para a construção da pesquisa foi a revisão bibliográfica do tipo narrativa, realizada
com pesquisas nas seguintes plataformas: Scientific Eletronic Library online (SciELO);
Literatura latino-americana e do caribe em ciências da saúde (LILACS); SCIENCE DIRECT;
Descritores em Ciências da Saúde (DecCs/MeSH) e Google Acadêmico. Os resultados
apresentaram que os medicamentos hidroxicloroquina, azitromicina, remdesivir, ivermectina,
colchicina e lopinavir/ritonavir apesar de promoverem melhorias nos sintomas da COVID-19 e
se demonstrem promissores, carecem de maiores estudos para enfim serem considerados
eficazes.