| dc.contributor.advisor |
Bittar, MSc. Guilherme |
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| dc.contributor.author |
SILVA, IVANA |
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| dc.date.accessioned |
2023-10-24T23:43:49Z |
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| dc.date.available |
2023-10-24T23:43:49Z |
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| dc.date.issued |
2023-10-24 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/196 |
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| dc.description |
Originário do direito penal, o direito ao esquecimento consiste, sob esta ótica,
em uma garantia conferida ao apenado de perder o rótulo de infrator após o devido
cumprimento de pena, pagando sua dívida com a sociedade. Posteriormente
implementado à esfera cível, passou a ser entendido como o próprio transcurso de
tempo, que se encarregaria de apagar os fatos ocorridos da memória social (VIANA,
2017). |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Conforme estabelece o Conselho de Justiça Federal em seu enunciado
nº 531, a tutela da dignidade da pessoa humana na sociedade da informação inclui o
direito ao esquecimento. Indo em desencontro com este entendimento há muito
vigorante no ordenamento jurídico brasileiro, o Supremo Tribunal Federal em análise
do Recurso Especial n° 1.010.606/RJ também conhecido como caso Aída Curi, fixou
tese defendendo a incompatibilidade do direito ao esquecimento com a Constituição
Federal Brasileira. Em observância ao problema apresentado este estudo buscou
demonstrar como referida tese firmada pelo STF viola o princípio constitucional da
dignidade humana. Para tal, tece considerações iniciais sobre o direito ao
esquecimento, evidenciando sua origem, conceituação, fundamentação legal e
conexão para com a dignidade da pessoa humana. Posteriormente, demonstra o
contexto atual do direito ao esquecimento na sociedade da informação, reforçando
os abusos midiáticos no contexto do esquecimento e o critério da proporcionalidade
a ser adotado em casos de choque entre direitos constitucionalmente garantidos.
Por fim, discorre de forma pormenorizada acerca da tese firmada pelo STF no caso
Aída Curi. A partir de um estudo pautado em levantamentos de natureza bibliográfica
e documental, restou demonstrando que o Supremo Tribunal Federal viola a
dignidade da pessoa humana ao firmar tese alegando a incompatibilidade do direito
ao esquecimento com a Constituição Federal brasileira, devendo esta decisão ser
reformada a fim de garantir a aplicação deste supraprincípio que deve fundamentar
todos os atos do Estado Democrático de Direito. |
pt_BR |
| dc.subject |
Dignidade Humana. Direito ao Esquecimento. STF. Caso Aída Curi. |
pt_BR |
| dc.title |
O DIREITO AO ESQUECIMENTO PERANTE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: UMA ANÁLISE DO CASO AÍDA CURI SOB A ÓTICA DO PRINCÍPIO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA |
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| dc.type |
Article |
pt_BR |
| dc.institution.name |
Instituto Metropolitano de Educação e Cultura LTDA |
pt_BR |
| dc.institution.initials |
F.A.M.A. - Faculdade Metropolitana Anápolis |
pt_BR |
| dc.course.name |
DIREITO |
pt_BR |
| dc.country |
BRASIL |
pt_BR |
| dc.document |
PDF |
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