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<title>Nutrição</title>
<link>https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/146</link>
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<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 13:27:24 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-12T13:27:24Z</dc:date>
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<title>Benefícios da suplementação de probióticos em pessoas com sobrepeso e obesidade</title>
<link>https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/272</link>
<description>Benefícios da suplementação de probióticos em pessoas com sobrepeso e obesidade
Jesus, Jeniffer
Sobrepeso e obesidade são problemas de escala global e que estão dentre os&#13;
maiores fatores de risco para o aparecimento de doenças outras crônicas não transmissíveis.&#13;
Estudos apontam que a saúde da microbiota intestinal pode interferir no peso corporal e na&#13;
massa de gordura, e que tanto no sobrepeso quanto na obesidade pode haver presença de&#13;
disbiose. É apontado que a suplementação de probióticos pode contribuir para a melhora&#13;
desse quadro de disbiose, podendo ser benéfica para esse público. Sendo assim, o objetivo&#13;
desse trabalho é observar os apontamentos da literatura sobre os benefícios da suplementação&#13;
de probióticos em pessoas com obesidade e sobrepeso em parâmetros de composição corporal&#13;
e bioquímicos. Essa pesquisa se trata de uma revisão integrativa da literatura, cuja busca&#13;
bibliográfica resultou em 8 artigos originais selecionados. Mediante a análise de dados dos&#13;
estudos em questão verificou-se e melhora de parâmetros de peso corporal, IMC,&#13;
circunferência da cintura e de quadril, colesterol total, colesterol LDL e triglicerídeos.&#13;
Contudo ainda há uma discrepância quanto o tipo de cepas utilizada, dose e tempo de&#13;
suplementação, levantando a necessidade da realização de mais estudos para padronização de&#13;
recomendações mais específicas de suplementação de probióticos para pessoas com sobrepeso&#13;
e obesidade
Sabe-se que a obesidade e o sobrepeso são caracterizados enquanto um excesso de&#13;
gordura corporal, podendo ser verificado conforme o valor encontrado no Índice de Massa&#13;
Corporal (IMC). Para adultos, quando esse resultado se encontra em um valor entre 25,0 a&#13;
29,9 kg/m² é classificado como sobrepeso, e ≥ 30,0 kg/m² é classificado como obesidade&#13;
(WHO, 1997). Já para o público idoso, as pessoas com sobrepeso são aqueles com IMC de&#13;
28,0 a 29,9 kg/m² e obesidade aqueles com valor ≥ 30,0 kg/m² (OPAS, 2002).
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<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-02-16T00:00:00Z</dc:date>
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<title>INGESTÃO ALIMENTAR DE PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE</title>
<link>https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/271</link>
<description>INGESTÃO ALIMENTAR DE PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM HEMODIÁLISE
VAZ, GEOVANA; SILVA, JOSÉ; LIMA, PATRÍCIA
A doença renal crônica é caracterizada como uma síndrome clínica, com perda&#13;
progressiva e irreversível da função renal. Devido a essa perda, os pacientes devem realizar o&#13;
tratamento através de terapia renal substitutiva. O objetivo do presente artigo é realizar uma&#13;
revisão de literatura sobre a ingestão alimentar de pacientes com doença renal crônica em&#13;
hemodiálise, com foco na ingestão de proteína, cálcio, fósforo e potássio. Realizou-se uma&#13;
busca de artigos na base de dados da Biblioteca Virtual em Saúde, PUBMED, Portal Regional&#13;
da BVS e Scielo com as palavras chaves: dietary intake, food intake, dialysis renal,&#13;
hemodialysis, calcium, phosphorus e protein. Os critérios de inclusão foram: artigos originais&#13;
nos idiomas francês, inglês e português, texto completo, publicados entre 2016 e 2021 e que&#13;
apresentem ingestão alimentar de: cálcio, fósforo, potássio e proteína. Enquanto os critérios&#13;
de exclusão foram: artigos de revisão bibliográfica e artigos que não responderam à questão&#13;
norteadora. Para o levantamento de dados da ingestão alimentar de pacientes DRC em&#13;
hemodiálise, realizou-se um levantamento dos dados na literatura, resultando em 17 artigos&#13;
que atenderam aos objetivos do trabalho. Em relação a ingestão alimentar dos pacientes em&#13;
HD, pode-se observar que em grande parte dos estudos os nutrientes estavam abaixo do&#13;
recomendado, devido a algumas limitações principais, como: inquérito alimentar utilizado&#13;
pelos autores, restrições alimentares geradas pela patologia e devido a falta de orientações&#13;
sobre essas restrições.
A doença renal crônica (DRC) é definida como anormalidades da estrutura ou da&#13;
função renal, estando presente por mais de três meses, com implicações à saúde (KDIGO,&#13;
2013).&#13;
De acordo com o censo de diálise de 2017, a incidência de DRC no Brasil foi de&#13;
40.000 pacientes/ano, tendo um aumento gradativo de terapia renal substitutiva (TRS), sendo&#13;
que 126.583 pacientes estavam em tratamento dialítico. A taxa de prevalência de insuficiência&#13;
renal crônica em diálise no Brasil, foi de 610 pacientes por milhão da população (pmp) e de&#13;
incidência foi de 193 pmp (SBN, 2018).
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<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-02-16T00:00:00Z</dc:date>
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<title>COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM PACIENTES COM RETOCOLITE ULCERATIVA</title>
<link>https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/270</link>
<description>COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM PACIENTES COM RETOCOLITE ULCERATIVA
TEODORO, IRENE
A Retocolite Ulcerativa é uma doença inflamatória crônica e auto imune que acomete a mucosa&#13;
superficial do intestino grosso e se alterna em períodos sintomáticos e de remissão. Evidências&#13;
apontam para uma possível interação da dieta, principalmente de padrão ocidental associada à&#13;
imunidade do indivíduo e à composição da microbiota intestinal ao surgimento da doença. Esta&#13;
revisão se propôs a identificar interações dos alimentos no curso da doença pela perspectiva&#13;
dos pacientes de RCU, que responderam sobre seus comportamentos e crenças alimentares.&#13;
Utilizou-se as bases de dados Pubmed e BVS. A crença da influência da dieta não foi consensual&#13;
embora muitos estudos apontem para esta idéia, ainda que acreditem na importância da dieta&#13;
no curso da doença principalmente associada às recidivas e exacerbação de sintomas. A redução&#13;
do apetite foi bastante relatada principalmente nas crises. O comportamento alimentar mais&#13;
comum após o diagnóstico foi a restrição alimentar no intuito de evitar recidivas e exacerbação&#13;
de sintomas embora também observa-se a inclusão de alimentos e suplementos pela crença de&#13;
seus efeitos benéficos. Na categorização dos alimentos excluídos observou-se consonância,&#13;
diferente dos alimentos incluídos. Alimentos citados como maléficos são às vezes citados como&#13;
benéficos o que leva à conclusão de que a condução das alterações alimentares na RCU devem&#13;
ser tratadas de forma individualizada. As citações das fontes de informações sobre a&#13;
alimentação no curso da doença são díspares. É preciso aprofundar as investigações da&#13;
interação dos alimentos com a doença para que os nutricionistas consigam maior assertividade&#13;
no atendimento aos pacientes.
A Retocolite Ulcerativa (RCU) é uma desordem inflamatória crônica e autoimune, que&#13;
acomete a mucosa superficial desde o reto ao cólon proximal, em extensões variáveis e se&#13;
alterna entre recaídas e remissões (fase ativa e assintomática respectivamente). A RCU integra&#13;
o grupo das Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) (BRASIL, 2020; GAJENDRAN et al.,&#13;
2019; GU; FEAGINS, 2020; SHAFIEE et al., 2020; VRDOLJAK et al., 2020).
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<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>EFETIVIDADE DA DIETA LOW CARB NO CONTROLE GLICÊMICO DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2</title>
<link>https://repositorio.faculdadefama.edu.br/xmlui/handle/123456789/269</link>
<description>EFETIVIDADE DA DIETA LOW CARB NO CONTROLE GLICÊMICO DE PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2
MENDONÇA, ERICK
: O diabetes do tipo 2 tem como a característica a hiperglicemia originada de defeitos na secreção e/ou ação da insulina. Estudos apontam benefícios da estratégia low carb no&#13;
controle glicêmico e no controle de peso de pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Objetivo:&#13;
Avaliar a efetividade da estratégia low carb no controle glicêmico de pacientes com diabetes&#13;
mellitus do tipo 2. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura. Foi realizada uma busca&#13;
bibliográfica nas bases de dados Scielo, PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde, no período de&#13;
março a maio de 2021. Foram utilizadas as seguintes palavras chaves: diabetes mellitus tipo 2,&#13;
emagrecimento e dieta com baixo teor de carboidratos. Como critérios de inclusão, foram considerados os artigos originais publicados nos anos entre 2002 e 2021, nos idiomas em português,&#13;
inglês e espanhol. Os critérios de exclusão foram: trabalhos apresentados na forma de resumo,&#13;
monografias e dissertações. Foram selecionados 11 artigos completos para conformação do estudo. Resultados e discussões: estudos demonstraram a efetividade da estratégia low carb no&#13;
controle glicêmico de pacientes com diabetes mellitus tipo 2, sendo assim uma alternativa&#13;
quando acompanhada e bem indicada a pacientes com esse perfil. Considerações finais: Sendo&#13;
o diabetes mellitus tipo 2 uma doença crônica que atinge um número expressivo de pessoas e&#13;
tendo a alimentação como um dos fatores relacionados a seu controle, algumas estratégias nutricionais se destacam nesse cenário. A dieta low carb é estudada para perda de peso, interferindo positivamente no quadro de diabetes tipo 2 demonstrando efeitos positivos no controle&#13;
glicêmico desses indivíduos.
Caracterizado pela hiperglicemia, o diabetes mellitus é um distúrbio metabólico causado&#13;
pela produção de insulina insuficiente ou sua ação comprometida, podendo haver danos em&#13;
ambos mecanismos ao mesmo tempo (SBD, 2020). Inicialmente, o desenvolvimento do&#13;
diabetes pode ocorrer de forma assintomática, podendo ser diagnosticado com exames&#13;
laboratoriais de rotina. Com a evolução da doença, alguns sintomas se tornam característicos,&#13;
como o emagrecimento sem causa definida, poliúria, polifagia, polidipsia, hiperglicemia, e em&#13;
alguns casos, cetoacidose diabética (SBD, 2019).
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<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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